INOCÊNCIA
EDSON CELULARI & FERNANDA TORRES
No Brasil imperial, um
médico itinerante (Édson Celulari) em suas andanças conhece uma
moça acometida de malária (Fernanda Torres) por quem se apaixona,
sendo correspondido.
Entretanto, o pai da
jovem a prometeu para um rico fazendeiro da região e não admite
ter sua vontade contestada.
Mas não deixe de ver os
erros também.

Diretor: Walter Lima
Jr.
Escritor: Walter Lima
Jr.
Baseado no romance do
Visconde de Taunay
Gênero: Drama / Romance
Embrafilme

Título Original:
Inocência
Tempo: 115 minutos
Cor: Colorido
Ano de Lançamento: 1983 - Brasil
Recomendação: 12 anos

ELENCO
Edson Celulari
.... Cirino
Fernanda Torres .... Inocência
Sebastião Vasconcelos .... Martinho Pereira
Fernando Torres .... Cesário
Rainer Rudolph .... Meyer
Ricardo Zambelli .... Manecão
Chico Diaz
Chica Xavier
FICHA TÉCNICA
Produção .... Lucy Barreto
Produção .... Luiz Carlos Barreto
Música .... Wagner Tiso
Fotografia .... Pedro Farkas
Figurino .... Diana Eichbauer
Edição .... Raimundo Higino
PRODUTORA
Embrafilme
DISTRIBUIDORA
Embrafilme

ERROS
1.
Assistindo o filme nacional "Inocência" (que reputo
como um dos melhores filmes nacionais que já assisti
até hoje), encontrei o seguinte erro: Logo que o jovem
médico Cirino (Edson Celulari) entra na casa de
Inocência (Fernanda Torres) pela primeira vez, ele é
levado ao quarto dela pelo seu pai, já a partir de
então deixando bem claro, que esse quarto fica no
pavimento superior da casa, fato confirmado numa cena
posterior, quando Inocência, já restabelecida da
doença que sofrera e que motivou a ida de Cirino até o
seu aposento, sai à janela e tem um curto diálogo com
o Cirino. Numa cena posterior, bem tarde da noite,
Cirino resolve ir até o quarto de Inocência. Só que
desta vez, a janela do quarto de Inocência aparece
como sendo no pavimento inferior da casa e não na
parte superior como o filme mostrou anteriormente.
(Contribuição de José Maria - Fã de Carteirinha)

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IMAGENS E
CURIOSIDADES
Ganhou o Troféu Candango de Melhor Diretor e Melhor Ator
Coadjuvante (Sebastião Vasconcelos), no Festival de Brasília. O
livro do Visconde de Taunay havia sido filmado previamente em 1915
e 1949.