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AOS TREZE
EVAN RACHEL WOOD, NIKKI
REED & HOLLY HUNTER
Aos
Treze acompanha a transformação de Tracy (EVAN RACHEL WOOD), que no
início é uma estudante promissora que ainda brinca com ursinhos de
pelúcia e bonecas. Porém, ao entrar para o ginásio, Tracy entra em
contato com a forte pressão dos grupinhos, e vê o poder de atração
de Evie Zamora (NIKKI REED), conhecida como “a garota mais sexy da
escola”. Popular, bonita como uma modelo, e arrogante de um jeito
irresistível, Evie representa tudo o que Tracy quer ser.
No
início, Tracy não tem esperança de ser aceita na turma de Evie. Ela
se comporta da maneira errada, não tem amigas descoladas e,
principalmente, não sabe se produzir. Porém, pouco a pouco Tracy
consegue se transformar no ideal máximo de uma adolescente de 2003.
Ela aprende a se maquiar, a se vestir, a ter a atitude certa.
Tracy
acaba aprendendo os truques para se tornar popular, consegue se
tornar a melhor amiga de Evie, e até passa a chamar a atenção dos
meninos. Acontece que, quanto mais Tracy entra na vida adulta
prematuramente, maiores são os riscos. Ela se distancia da mãe
(HOLLY HUNTER), começa a matar aulas e, embora deteste o namorado da
mãe (JEREMY SISTO), um ex-viciado, passa a usar drogas.
Apesar de tudo, Tracy tem apenas treze anos, e vive num redemoinho
de sentimentos em que tudo o que faz, diz e deseja, tem uma
importância enorme para ela. E ela ainda tem a vida toda pela
frente.
Mas não deixe de ver os
erros também.

Diretora:
Catherine Hardwicke
Escritores: Catherine Hardwicke
& Nikki Reed
Gênero: Drama
Site
Oficial:
http://foxfilm.terra.com.br/aostreze/main.html
20th
Century Fox

Título Original:
Thirteen
Tempo: 100 minutos
Cor: Colorido
Ano de Lançamento: 2003 - USA / UK - Estréia
Nacional dia 17 de outubro de 2003
Recomendação: 14 anos

ELENCO
Evan Rachel Wood .... Tracy
Nikki Reed .... Evie Zamora
Holly Hunter .... Melanie
Jeremy Sisto .... Brady
Brady Corbet .... Mason
Deborah Unger .... Brooke
Kip Pardue .... Luke
Sarah Clarke .... Birdie
Vanessa Anne Hudgens .... Noel
Ulysses Estrada .... Rafa
Sarah Cartwright .... Medina
Jenicka Carey .... Astrid
Jasmine Salim .... Kayla
Tessa Ludwick .... Yumi
CeCe Tsou .... Mulher de negócios
FICHA TÉCNICA
Co-roteirista
.... NIKKI REED
Produtores .... JEFFREY LEVY-HINTE
& MICHAEL LONDON
Diretor de Fotografia .... ELLIOT DAVIS
Desenhista de Produção .... CAROL
STROBER
Editora .... NANCY RICHARDSON, A.C.E.
Figurinista .... CINDY EVANS
Música .... MARK MOTHERSBAUGH
Supervisão Musical .... AMY ROSEN
& MICHELLE NORRELL
PRODUTORAS
Antidote Films
Michael London Productions
Venice Surf Club
Working Title Films
DISTRIBUIDORAS
20th Century Fox Film Corporation
Centfox Film Ges.m.b.H.
Fox Searchlight Pictures

ERROS
1. Depois de voltarem
do parque, há uma cena de Evie na cama enquanto Tracy e Mel
conversam. Evie está com a cabeça num travesseiro marrom, mas
sempre que ela é vista pelo espelho, o travesseiro é azul.
2. Quando Tracey e
Melanie estão comprando roupas no carro podemos perceber que os
transeuntes ficam olhando para as atrizes e para toda a equipe de
filmagem.
3. Depois de Tracy
cortar seu braço com a tesoura, ela volta para cama e ela está
usando uma camisa longa azul enquanto dorme, mas na próxima cena
dela com Evie ela está usando uma camisola verde.
4. No começo do
filme na cena em que Melanie diz para Tracy pegando em seu cabelo:
''Você ficaria ótima se a gente fizesse uma mecha loira bem aqui".
Há dois erros nesta cena: O primeiro acontece quando a câmera está
pegando Tracy pela frente. Nessa tomada Melanie já está com o
cabelo de Tracy na mão segurando-o para trás, mas na próxima
tomada por trás de Tracy, o cabelo dela está normal, e só então
Melanie o puxa para trás dizendo a frase citada no começo.
(Contribuição de Silvano Gomes Vieira - Canarana / MT - Fã
de Carteirinha)
5. O segundo erro
acontece com as pulseiras no braço de Melanie. Reparem que entres
as tomadas de frente e costas de Tracy, as pulseiras mudam de
posição, de quantidade e de modelos. Reparem que na tomada de
costas todas as pulseiras estão ao punho de Melanie, e existem
poucas pulseiras, inclusive uma de cor cristal. Já na tomada de
frente aparecem várias pulseiras esparramadas pelo braço dela, e
não vemos mais a de cor cristal. (Contribuição de Silvano
Gomes Vieira - Canarana / MT - Fã de Carteirinha)
6. Quando Tracy vai
ler o poema para Melanie uma mulher chega com uma menina que Tracy
chama de Keila. Quando a mulher entra, ela deixa um Mini System
cor rosa em cima da mesinha perto do lanche. Nas cenas após Tracy
ter lido todo o poema para Melanie, reparem que o Mini System muda
de posição na mesinha atrás de Melanie. A primeira posição é de
frente, depois ele aparece de costas, e em seguida volta a
aparecer de frente. (Contribuição de Silvano Gomes Vieira -
Canarana / MT - Fã de Carteirinha)
7. No colégio onde
Tracy está com suas duas amigas, a morena e a japonesa, reparem
que a roupa da morena muda de posição entre as tomadas da fala
dela, para fala da japonesa. Primeiro a blusa está bem fechada, e
depois aparece bem aberta e decotada. (Contribuição de
Silvano Gomes Vieira - Canarana / MT - Fã de Carteirinha)
8. Primeira tomada:
Tracy começa a tirar seus ursinhos de cima da cama e jogá-los no
chão. Segunda tomada: A mãe de Tracy entra no quarto. Terceira
tomada: Tracy continua jogando os ursinho no chão. Reparem na
quantidade de ursinhos da primeira para a terceira tomada, além de
aumentar, aparecem vários ursinhos de cor marrom que não existiam
antes. (Contribuição de
Silvano Gomes Vieira - Canarana / MT - Fã de Carteirinha)
9. Na cena em que
Melanie deixa Tracy e Evie no centro da cidade, ainda com o carro
parado ela liga para a mãe, para Brooke, suposta mãe de Evie.
Repare que ela diz: ''Oi aqui é Melanie a mãe de Tracy''. Há um
erro no meio dessa fala. Observe que quando ela diz: ''Oi'' ainda
podemos ver Evie ao fundo esperando por Tracy que acabara de sair
do carro, mas quando ela termina a frase dizendo ''... aqui é
Melanie a mãe da Tracy'', o cenário onde estava Evie muda, ela não
está mais lá, e um carro vermelho está passando. Esse erro é
inaceitável, o cenário não poderia mudar no meio de uma fala, ou
seja, não se passou nenhum segundo do ''Oi'' para o resto da
frase. (Contribuição de
Silvano Gomes Vieira - Canarana / MT - Fã de Carteirinha)
10. Quando Tracy e
Evie encontram dois rapazes no parque, e pergunta se eles queriam
comprar "um bagulho", repare que quando eles se encontram, há um
menino de capacete vindo correndo lá atrás dos dois rapazes, tem
um corte rápido para um nova tomada e o menino já aparece ao lado
dos rapazes. (Contribuição de
Silvano Gomes Vieira - Canarana / MT - Fã de Carteirinha)
11. Na cena em que
Tracy e Evie vão comer os pedaços de Pizza deixados pelos rapazes,
há alguns objetos no chão atrás delas. São eles: um toca-fitas,
garrafas descartáveis e uma bisnaga de Catchup. Reparem que esses
objetos mudam de posição da cena em que elas vão comer a pizza,
para a cena em que elas deixam o local. (Contribuição de
Silvano Gomes Vieira - Canarana / MT - Fã de Carteirinha)
12. Na cena em que
Tracy e Evie vão fazer xixi no quintal da casa, vemos Tracy
acariciando o cachorro, o irmão dela aparecendo rumo a janela lá
dentro da casa. Nesse momento Evie que estava agachada fazendo
xixi atrás da casa, se levanta, vai até a janela e fica rebolando
provocando o irmão de Tracy que está dentro da casa. Como Evie já
sabia que o irmão de Tracy estaria perto da janela? Ele não
conversou com Tracy! Ele não fez barulho nenhum! Ele não estava na
janela e sim na direção dela, e dentro da casa. Então Evie não
deveria saber que ele estava ali, mas mesmo assim ela sai de trás
da casa já olhando para a janela. (Contribuição de
Silvano Gomes Vieira - Canarana / MT - Fã de Carteirinha)
13. Quando Tracy e
Evie estão juntas com os rapazes, e Rafa o rapaz que ia ficar com
Tracy faz um Rap com a boca, ouça essa parte nas três versões,
Inglês (original), Espanhol e Português. Na versão inglês a
imitação do Rap está perfeita, na dublagem em espanhol está
idêntica ao Inglês, agora na versão em Português está péssimo, a
dublagem brasileira está totalmente diferente, sem ritmo e sem
sentido, o que pode ser considerado sim, um erro. O estúdio que
dublou deveria achar alguém mais apropriado para essa imitação. (Contribuição de
Silvano Gomes Vieira - Canarana / MT - Fã de Carteirinha)

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enviar erros e comentários apenas deste filme.

PROMOÇÃO ENCERRADA

A Fox Film do Brasil,
e o Falha Nossa
convidaram
você a falar a verdade!
Eles mandaram um e-mail respondendo:
Você participa ou já
participou de algum grupo? Qual?
E concorreram a prêmios exclusivos do filme. Confira os prêmios e o
Resultado.
1º ao 15º lugar:
01 par de ingressos para ver o filme.
Adriano Ferreira Fernandes
- Franca / SP
Caio Guimarães Andrade - Aracaju / SE
Camila C. da Silva - Pirituba - São Paulo / SP
Diogenes Leme de Souza - São Vicente / SP
Diva Stering Teixeira - Salvador / BA
Graziela Oliveira - Santa Bárbara do Sul / RS
Iracema Alcoforado - Santos / SP
João Eduardo Nicaretta - Aparecida de Goiania / GO
João Paulo de Nápoles Souza Lucas - Belo Horizonte / MG
Leonardo Goes Shibata - São Paulo / SP
Mariana Thomaz de Aquino - Cuiabá / MT
Renato Pereira dos Santos - Recreio / RJ
Ruth Pimenta Ribeiro - Duque de Caxias / RJ
Sergio S. Anjos - São Paulo / SP
Tatiana Carla M. Medeiros - Curitiba / PR
A Fox Films e o
Falha Nossa agradecem a participação de todos.


IMAGENS E
CURIOSIDADES
NOTAS DA PRODUÇÃO
O que
significa ter 13 anos hoje em dia? Esta é a idade em que
se torna fundamental estabelecermos nossa identidade,
individualidade e a noção da importância que temos no
mundo. Mas nos dias de hoje, a pressão sobre as meninas de
13 anos – que são bombardeadas pela mídia com expectativas
de que sejam sensuais, lindas e seguras de si – é maior
que nunca. Jeans de cintura baixa, piercings e pequenos
delitos tornaram-se símbolos de uma geração que tenta
desesperadamente encontrar seu caminho.
Aos Treze trata do tema com sinceridade, clareza e paixão,
usando uma câmera bastante dinâmica para captar tanto a
alegria atordoante quanto a angústia de chegar à
adolescência. Com uma diretora estreante e duas atrizes
adolescentes, o filme mergulha de forma seca e reveladora
na adolescência em 2003, e é um retrato provocador daquilo
que as adolescentes de hoje pensam, fazem, sentem e tudo
por que têm de passar. Aos Treze, que rendeu a Catherine
Hardwicke o prêmio de Melhor Direção do Festival de Cinema
de Sundance, é um projeto único, com roteiro escrito a
quatro mãos por Catherine e Nikki Reed, de 13 anos, que
viveu muitas das situações retratadas na tela. Juntas,
criaram um filme arrebatador sobre os grupinhos e
conflitos, os perigos escondidos e os rituais secretos, as
esperanças e sonhos de duas garotas em busca de seu lugar
num mundo novo para o qual quase não existem mapas.
Em toda parte – nas escolas e nos shoppings, na televisão
e nas revistas – vemos meninas com roupas minúsculas
usando saltos altíssimos, ostentando tatuagens e
maquiagem, vivendo intensamente muito antes de completarem
18 anos.
Essas meninas independentes e ambiciosas são muito
diferentes das gerações reprimidas e comportadas do
passado. Mas o que leva essas garotas – na idade em que
estão mais vulneráveis e começando a desenvolver sua
autoconfiança e estruturando as primeiras camadas de suas
frágeis identidades – a despenderem tanta energia (e tanto
dinheiro) tentando se adequar a um ideal abstrato de
mulher descolada, magra, sexy e disposta a tudo?
Muitos sociólogos e terapeutas de família deram o alarme
sobre essas expectativas e seus efeitos sobre as
adolescentes, que são subitamente jogadas num mundo de
consumismo, sexo, drogas e agressões. Sempre existiram
adolescentes rebeldes, porém, agora os extremos se
tornaram a regra, e até mesmo os adolescentes mais
inteligentes e comportados estão sendo envolvidos pela
pressão para se adequarem a uma imagem ideal segundo os
padrões da escola.
A diretora Catherine Hardwicke entrou em contato mais de
perto com essa realidade e seu impacto nocivo sobre a vida
de uma menina ao sair com um homem que tinha uma filha
pré-adolescente. Mesmo depois que Catherine e o namorado
terminaram, ela continuou a sair com a garota, chamada
Nikki Reed. Quando Nikki completou 13 anos, Catherine
testemunhou uma mudança significativa e inquietante da
garota. Ela se tornou inexplicavelmente agressiva,
fechada. Começou a passar horas, literalmente, se
arrumando pela manhã como se estivesse se preparando para
atuar na cena principal de um filme todos os dias, como se
suas oportunidades na vida dependessem de sua aparência.
Preocupada, Catherine passava mais tempo com Nikki,
tentando despertar na menina o interesse pela arte ou por
qualquer coisa que a trouxesse de volta ao mundo real.
Quando Nikki demonstrou grande interesse em atuar,
Catherine a incentivou e decidiu compartilhar um de seus
sonhos com Nikki: escrever e dirigir um roteiro. Uma
desenhista de produção de renome, Catherine Hardwicke
havia passado horas em sets de filmagem absorvendo
conhecimentos sobre a realização de filmes de inúmeros
diretores de sucesso.
No princípio, as duas pretendiam escrever uma comédia
adolescente leve. Porém, à medida que Catherine pedia a
Nikki para fornecer detalhes específicos do que realmente
ocorre com os adolescentes atualmente, surgiu uma história
bem mais pungente: a história real das experiências de
Nikki quando entrou para o ginásio. Nikki Reed, então,
revelou um mundo movido a confusão, raiva, rebeldia e medo
de não ser aceito; um mundo repleto de sexo, preocupação
com a moda, distúrbios alimentares, furtos em lojas,
automutilação e drogas. Catherine ficou perplexa.
Nikki recorda: “Essas coisas começaram a surgir sem
explicação – o quanto me afastei da minha mãe, o quanto a
aparência passou a ser importante, como empurram as
imagens pela sua ´goela abaixo`, o quanto é difícil
distinguir amor verdadeiro do falso – e nós duas
percebemos que esta história tinha algo de muita
importância”.
Catherine conta: “Eu queria saber do que as garotas dessa
idade realmente falam, e quando a Nikki começou a se
abrir, as coisas foram ficando bem mais interessantes e
desafiadoras do que qualquer trama adolescente que
pudéssemos imaginar. Passei a acrescentar à história dela,
as minhas próprias observações sobre sua mãe, que, assim
como a personagem Mel, é cabeleireira; sobre assuntos
sobre os quais conversei com os pais dela, tudo resultou
em algo que eu nunca tinha previsto. À medida que
escrevíamos cenas, Nikki e eu as encenávamos, e eu vi logo
que a história que estávamos desenvolvendo era um material
impactante e cheio de vida”.
Catherine e Nikki escreveram a primeira versão do roteiro
em apenas seis dias, durante as férias de inverno da
garota. Nikki voltou às aulas, mas a essa altura Catherine
já estava totalmente envolvida com o projeto. “Eu estava
com pressa porque me dei conta de que teria de filmar até
o verão, já que queria que a Nikki atuasse no filme, e que
ela ainda estivesse com 13 anos. Ainda por cima, não
queria que perdesse aulas, para não jogar ainda mais
pressão sobre ela”, diz a diretora.
Catherine Hardwicke apresentou o projeto a dois
produtores: Jeffrey Levy-Hinte, com quem tinha trabalhado
como desenhista de produção em Laurel Canyon, e Michael
London, cujos créditos incluem 40 Dias e 40 Noites. Ambos
ficaram fascinados pelo material.
No entanto, o roteiro assustou muita gente em Hollywood
com sua visão sem censura e com um realismo sem concessões
da vida dos adolescentes. “Todos que liam o roteiro
gostavam dele, mas o consideravam muito arriscado”, revela
London. E acrescenta: “Avisamos a Catherine de que talvez
as coisas demorassem um pouco mais do que ela esperava,
mas ela nunca acreditou nisso. Ela repetia, ‘Seja qual for
a quantia que vocês consigam, e seja qual for o elenco que
consigamos reunir, vou fazer o filme’”.
Determinada a fazer o filme o mais rápido possível,
Catherine Hardwicke fez tudo o que pôde para não deixar
passar o momento. Utilizando uma câmera digital, filmou
uma cena apenas com Nikki Reed, uma amostra do visual que
o filme poderia ter. Reescreveu o roteiro uma série de
vezes. Quando ouviu que Holly Hunter estaria interessada
em interpretar Mel, a mãe de Tracy, voou para Nova York e
convidou a atriz para ir à Califórnia passar uma noite na
casa de Nikki e sua família.
“Eu queria mostrar a ela de onde tinha surgido o roteiro”,
explica a diretora. E prossegue: “Quando falei sobre a
Nikki, a Holly ficou de queixo caído. ‘Você está dizendo
que escreveu este roteiro junto a uma menina de 13 anos?’,
ela perguntou. Ela ficou realmente impressionada, pois
gosta que seu trabalho venha de situações reais”.
Holly Hunter diz acerca do roteiro: “No momento em que li
o roteiro, achei-o forte, extremamente visceral. Era muito
atual, falando do que passa neste exato momento. Tinha a
mesma energia que se sente quando se está no meio de uma
turma de jovens de 13 anos. E no meio das duas meninas
estava Mel, com sua própria trajetória. Acho que com a
inclusão da dinâmica da família a história se tornou ainda
mais universal e humana”.
Fonte: Fox
Film do Brasil
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